Shree Anandamayee Ma

Meu breve relato de uma enorme história de amor e vivência com Shree Anandamayee Ma.

O Início

O primeiro contato, ou melhor, a primeira vez que ouvi falar de Anandamayee, também conhecida como Sri Anandamayee Ma, foi através do livro do Guruji Yogananda. Fiquei extremamente fascinada e tocada com sua doçura e beleza. Algo me atraía a ela, ainda não sabia exatamente o porquê de tudo aquilo, mas precisava ir mais a fundo e conhecer a história daquela santa tão linda e especial.

O problema é que nada encontrava, somente pequenas menções a seu nome e história. Não desisti, resolvi entrar em contato com ela simplesmente através de meditações. Peguei uma foto da doce Maa, (a mesma que até hoje se encontra no altar do Shala), colei na parede e me sentava todos os dias a sua frente com olhos colados a ela, olhos nos olhos, até que me entregava no universo de sua doçura. Os insights pequenos aconteciam dia a dia. Não desistia desta conexão tão linda que já me fazia tão bem.

O ápice de minha resposta aconteceu um dia em que estava sentada na mata em meditação próxima a uma linda cachoeira, fazendo uma prática íntima, senti os canais se abrirem e um barulho como um trovão ensurdecedor se deu em meu ser, o corpo inteiro pulsava, formigava, e sentia que meus chakras se expandiam, de cada um extrafisicamente saíam como se fossem asas e se abriam brilhantemente, ao mesmo tempo surgiu a minha frente um índio muito bonito, com 7 asas iguais as que cresciam em mim, na mesma direção dos chakras, em uma mão ele segurava uma espada, e na outra estava pousada uma coruja. Mentalmente ele dizia ao mesmo tempo que fincava a espada na terra: “Sua missão se inicia hoje, honre-a! em nome da Deusa!“ Jaya Maa.

Demorei para entender o porquê de um índio ser o mensageiro da Deusa para mim, depois fui saber que minha avó é neta de índios e os tenho em meu sangue, mas mesmo assim, ainda precisava encaixar algumas peças, a coruja, a espada, enfim..

A consagração de tudo se deu alguns meses após esta primeira visão, passei meses ouvindo barulhos extrafísicos de corujas voando pelo meu quarto de hora em hora, imagens de penas, de olhos lindos e grandes, até que uma madrugada após muito suplicar para que as peças se encaixassem, eu sentei em minha cama com as mãos em Shiva Mudrá e imediatamente entrei em estado alterado de consciência, centenas de corujas voavam ao meu redor, o barulho dentro da minha cabeça dos vôos era tremendo, após isto, as luzes brilhantes se transformaram em olhos de corujas, que se uniam e iam em direção a minha face e se transformaram nos olhos de uma mulher, e esta mulher eu reconheci imediatamente: Anandamayee Ma, dentro de minha cabeça ouvi sua voz que me dizia:

“Amada filha, seu trabalho começa agora, não estais sós, tens a mim e toda uma família espiritual que lhe ampara, Purna Brahma Narayan!“

Hoje a conexão se faz naturalmente bastando simplesmente fechar os olhos, ou quando ela quiser.

Nirmala Sundari Devi

Nasceu na Índia em 1896 em Kheora leste de Bengala, hoje Bangladesh. Com uma beleza tão ímpar e doce que a todos iluminava. Espantou e chocou sua família pois ao nascer Nirmala não chorou, mais tarde ela mesma lembrou o fato sorrindo e dizendo, “Mas por qual razão eu iria chorar se eu estava olhando as árvores através da ripas da janela?”.

Era realmente uma criança diferente, pois possuía uma beleza tanto espiritual quanto física impressionante. Mas preocupava a todos pois costumava parar de repente o que estava fazendo e fixar o olhar num ponto específico no espaço por horas a fio. Esta atitude realmente assustava seus pais. Na verdade ninguém entendia Nirmala. Seus pais então contrataram seu casamento, era assim e para muitas famílias indianas é até hoje. O agraciado homem com certeza se achou o mais feliz do mundo, afinal Nirmala era uma devi encarnada, no caso ele achou isso através de sua beleza aparente, mal sabia ele que afinal ele teria sido agraciado de outra maneira, pois iria passar o resto de seus dias ao lado de uma santa na terra.

Demorou um certo tempo para que Bholanath (o marido de Ananda) entendesse e se situasse. Ela simplesmente se recusava a fazer sexo com ele. Até que um dia seu marido acordou assustado e presenciou uma cena para ele grotesca, pois afinal ele simplesmente não entendia o que se passava com ela. Ela estava executando ásanas (posturas de yoga) e pronunciando mantras que vinham automaticamente à sua mente. Ela mesma se iniciou. Vocês acham que ele entendeu aquilo? Não… Ele simplesmente chamou um exorcista para tirar o demônio do corpo de sua esposa. Pobre homem, afinal nem ele e muito menos ela tinham iniciação religiosa formal e não podiam adivinhar que ela estava simplesmente entrando em estados alterados de consciência naturalmente através da prática de yoga e vocalizando mantras sagrados.

– O que eu sou, sempre fui desde a minha infância – afirmou ela posteriormente. – contudo, diferentes estágios da “sadhana” se manifestaram através deste corpo. A sabedoria foi revelada pouco a pouco; o conhecimento integral foi dividido em partes.

Nirmala já nasceu desperta sem véus de maya, a tal ilusão do espelho mágico, mais à frente vocês poderão conhecer melhor, se assim desejar.

O Início

O primeiro contato, ou melhor, a primeira vez que ouvi falar de Anandamayee, também conhecida como Sri Anandamayi Maa, foi através do livro do Guruji Yogananda. Fiquei extremamente fascinada e tocada com sua doçura e beleza. Algo me atraía a ela, ainda não sabia exatamente o porquê de tudo aquilo, mas precisava ir mais a fundo e conhecer a história daquela santa tão linda e especial.

O problema é que nada encontrava, somente pequenas menções a seu nome e história. Não desisti, resolvi entrar em contato com ela simplesmente através de meditações. Peguei uma foto da doce Maa, (a mesma que até hoje se encontra no altar do Shala), colei na parede e me sentava todos os dias a sua frente com olhos colados a ela, olhos nos olhos, até que me entregava no universo de sua doçura. Os insights pequenos aconteciam dia a dia. Não desistia desta conexão tão linda que já me fazia tão bem.

O ápice de minha resposta aconteceu um dia em que estava sentada na mata em meditação próxima a uma linda cachoeira, fazendo uma prática íntima, senti os canais se abrirem e um barulho como um trovão ensurdecedor se deu em meu ser, o corpo inteiro pulsava, formigava, e sentia que meus chakras se expandiam, de cada um extrafisicamente saíam como se fossem asas e se abriam brilhantemente, ao mesmo tempo surgiu a minha frente um índio muito bonito, com 7 asas iguais as que cresciam em mim, na mesma direção dos chakras, em uma mão ele segurava uma espada, e na outra estava pousada uma coruja. Mentalmente ele dizia ao mesmo tempo que fincava a espada na terra: “Sua missão se inicia hoje, honre-a! em nome da Deusa!“ Jaya Maa.

Demorei para entender o porquê de um índio ser o mensageiro da Deusa para mim, depois fui saber que minha avó é neta de índios e os tenho em meu sangue, mas mesmo assim, ainda precisava encaixar algumas peças, a coruja, a espada, enfim..

A consagração de tudo se deu alguns meses após esta primeira visão, passei meses ouvindo barulhos extrafísicos de corujas voando pelo meu quarto de hora em hora, imagens de penas, de olhos lindos e grandes, até que uma madrugada após muito suplicar para que as peças se encaixassem, eu sentei em minha cama com as mãos em Shiva Mudrá e imediatamente entrei em estado alterado de consciência, centenas de corujas voavam ao meu redor, o barulho dentro da minha cabeça dos vôos era tremendo, após isto, as luzes brilhantes se transformaram em olhos de corujas, que se uniam e iam em direção a minha face e se transformaram nos olhos de uma mulher, e esta mulher eu reconheci imediatamente: Anandamayee Ma, dentro de minha cabeça ouvi sua voz que me dizia:

“Amada filha, seu trabalho começa agora, não estais sós, tens a mim e toda uma família espiritual que lhe ampara, Purna Brahma Narayan!“

Hoje a conexão se faz naturalmente bastando simplesmente fechar os olhos, ou quando ela quiser.

Nirmala Sundari Devi

Nasceu na Índia em 1896 em Kheora leste de Bengala, hoje Bangladesh. Com uma beleza tão ímpar e doce que a todos iluminava. Espantou e chocou sua família pois ao nascer Nirmala não chorou, mais tarde ela mesma lembrou o fato sorrindo e dizendo, “Mas por qual razão eu iria chorar se eu estava olhando as árvores através da ripas da janela?”.

Era realmente uma criança diferente, pois possuía uma beleza tanto espiritual quanto física impressionante. Mas preocupava a todos pois costumava parar de repente o que estava fazendo e fixar o olhar num ponto específico no espaço por horas a fio. Esta atitude realmente assustava seus pais. Na verdade ninguém entendia Nirmala. Seus pais então contrataram seu casamento, era assim e para muitas famílias indianas é até hoje. O agraciado homem com certeza se achou o mais feliz do mundo, afinal Nirmala era uma devi encarnada, no caso ele achou isso através de sua beleza aparente, mal sabia ele que afinal ele teria sido agraciado de outra maneira, pois iria passar o resto de seus dias ao lado de uma santa na terra.

Demorou um certo tempo para que Bholanath (o marido de Ananda) entendesse e se situasse. Ela simplesmente se recusava a fazer sexo com ele. Até que um dia seu marido acordou assustado e presenciou uma cena para ele grotesca, pois afinal ele simplesmente não entendia o que se passava com ela. Ela estava executando ásanas (posturas de yoga) e pronunciando mantras que vinham automaticamente à sua mente. Ela mesma se iniciou. Vocês acham que ele entendeu aquilo? Não… Ele simplesmente chamou um exorcista para tirar o demônio do corpo de sua esposa. Pobre homem, afinal nem ele e muito menos ela tinham iniciação religiosa formal e não podiam adivinhar que ela estava simplesmente entrando em estados alterados de consciência naturalmente através da prática de yoga e vocalizando mantras sagrados.

– O que eu sou, sempre fui desde a minha infância – afirmou ela posteriormente. – contudo, diferentes estágios da “sadhana” se manifestaram através deste corpo. A sabedoria foi revelada pouco a pouco; o conhecimento integral foi dividido em partes.

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Danny Bellini

Conheça a história de Danny Bellini, fundadora do Anandamayee Yoga.

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